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Brilho visto no céu de MS trata-se de lixo espacial, explica especialista
4/ 5 stars - "Brilho visto no céu de MS trata-se de lixo espacial, explica especialista"   O brilho registrado na madrugada deste domingo (28) no céu de Mato Grosso do Sul não foi uma chuva de meteoros, como foi denominado po...

Brilho visto no céu de MS trata-se de lixo espacial, explica especialista

  O brilho registrado na madrugada deste domingo (28) no céu de Mato Grosso do Sul não foi uma chuva de meteoros, como foi denominado por muitos. "Trata-se de lixo espacial", explica o estudioso em astronomia e administrador da página "Astronomia Dourados" no Facebook, Douglas Bortolanza Lara.


Brilho visto no céu de MS  trata-se de lixo espacial,  explica especialista


   Diferente da chuva de meteoros que trata-se de um fenômeno natural proveniente de materiais que se desprendem de cometas, o lixo espacial é material criado na Terra e lançado no espaço que reentra na órbita terrestre como, por exemplo, pedaço de foguete ou satélite. "A diferença é que o lixo espacial cai em velocidade menor e, portanto, fica mais tempo visível", detalha.

   O especialista explica que um fragmento quando está no espaço é chamado de meteoróide, que passa a ser chamado de meteoro quando entra na atmosfera terrestre e meteorito quando cai em solo. O possível detrito espacial (lixo espacial) que foi observado nesta madrugada durou pouco mais de 50 segundos, enquanto meteoros pequenos meteoros das chuvas de meteoros "geralmente" duram 3 segundos, 1 segundo ou menos (as chamadas estrelas cadentes).

   O brilho do lixo espacial é explicado pois o material, provavelmente pedaço de foguete, pega fogo ao entrar na atmosfera (por vários fatores como atrito e variação de pressão). O brilho pode ser visto a um raio de centenas de quilômetros. Segundo Douglas, o material vai perdendo altitude orbital e quando está na mesosfera (camada da atmosfera a aproximadamente 85 km de altitude) começa a se desintegrar. (um avião comercial alcança altura de cerca de 10 km) e há relatos de ter sido visto na região de Jardim, Grande Dourados, Ponta Porã (fronteira com o Paraguai), Maracaju e Campo Grande. Existe a possibilidade de pedaços maiores não se desintegrar totalmente e atingir o solo.

   Por volta das 2h deste domingo (28), vários registros foram feitos por moradores de várias cidades de Mato Grosso do Sul. Confira abaixo uma galeria de imagens e vídeos postados nas redes sociais:







Fonte: Correio do Estado
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Milan Tomic

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